• Sábado, 12 de Setembro de 2026

Prefeito de São Paulo anuncia que cidade sediará Liga das Nações de Vôlei em 2027

Ricardo Nunes (MDB) divulgou nas redes socias que a capital paulista foi confirmada para receber, em junho do ano que vem, uma etapa de cada naipe da VNL pela primeira vez

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Seleção brasileira feminina foi vice-campeã da VNL 2026, — Foto: FIVB

São Paulo será uma das sedes da Liga das Nações de vôlei (VNL) em 2027. Ao lado da secretária de esportes e medalhista olímpica Érika Coimbra, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou neste sábado (12) que a cidade foi confirmada como um dos palcos da competição no ano que vem e que receberá os jogos em junho. O ginásio em que as partidas serão disputadas os dias de duração do torneio, que reúne as principais seleções mundiais, não foram divulgados.

Com isso, será a primeira vez que uma etapa de cada naipe, masculino e feminino, desembarcará na capital paulista . Outras cidades do país já foram palcos de jogos da VNL, sendo que Brasília foi a sede brasileira da competição neste ano.

— São Paulo vai sediar, pela primeira vez, a Volleyball Nations League (VNL) em 2027. A competição já está confirmada e será realizada em junho do ano que vem, reunindo grandes seleções e atletas do mundo inteiro — publicou Ricardo Nunes nas redes sociais.

Em 2027, a cidade São Paulo vai receber a etapa da Liga das Nações após ser escolhida por dois anos consecutivos para sediar o Mundial de Clubes de vôlei feminino. A edição de 2026 do torneio será realizada entre os dias 8 a 13 de dezembro, no ginásio Wlamir Marques, localizado na sede do Corinthians.

Na última edição da VNL, a seleção brasileira feminina chegou até a final e ficou com a medalha de prata, perdendo para a Turquia por 3 a 1 na decisão disputada em Macau, na China. Já a equipe nacional masculina amargou uma eliminação inédita na primeira fase da competição.

Em 2027, a Liga das Nações terá, excepcionalmente, 19 seleções em cada naipe, já que contará com o retorno das equipes masculina e feminina da Rússia após quase cinco anos banidas pela invasão do país à Ucrânia. O formato da competição no ano que vem ainda está sendo analisado pela FIVB para acomodar essa expansão.



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