Coronel Sapucaia
Para 71% dos leitores, cidades pequenas não devem investir alto em shows
Eles acreditam que há prioridades mais urgentes do que pagar caro no cachê
IZABELA CAVALCANTI / CAMPO GRANDE NEWS
O resultado da enquete do Campo Grande News mostrou que 71% dos leitores não concordam que prefeituras de cidades pequenas invistam altos cachês em shows. Eles acreditam que há prioridades mais urgentes.
Outros 17% concordam, só se não prejudicar serviços básicos. Já 9% acham que isso depende da situação financeira da cidade, e 4% concordam, pois acreditam que show é cultura e movimenta a economia.
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Nas redes sociais, os leitores deixaram sua opinião. Para Sergio Felga, a prioridade sempre deve ser saúde e educação. “[...] Se falta remédio não deve investir nunca em coisas supérfluas', comentou.
Já Fer Jax, foi direto ao ponto. “Muita gente criticando, mas quando tem show gratuito de um artista que eles gostam, são os primeiros da grade', disse. Para Jean Pereira, as prefeituras não devem investir em shows. “Não, deve investir na cidade e não em show'.
Entre os casos mais recentes de altos investimentos, há dois municípios do interior que concentram R$ 1,85 milhão em contratações. A dupla Ícaro e Gilmar foram contratados para shows em Ivinhema e Água Clara, com cachê de R$ 1,08 milhão, e o cantor João Gomes chega a R$ 900 mil para um show em Anastácio.
Outros nomes conhecidos também entram na conta, com valores que vão de R$ 350 mil a R$ 420 mil por apresentação. As contratações foram publicadas nos diários oficiais e no Portal da Transparência.
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