• Domingo, 17 de Maio de 2026

PSD confirma Nelsinho Trad na comissão de relações exteriores do senado

Senador de MS pelo PSD assume prometendo agir para Rota Bioceânica sair do papel

MIDIAMAX/MARIANE CHIANEZI


Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, ao lado do senador de MS Nelsinho Trad (PSD) | (divulgação, assessoria de imprensa)

 O senador Nelsinho Trad (PSD) de Mato Grosso do Sul foi escolhido presidente CRE (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) do Senado Federal, uma das mais estratégicas da Casa. A confirmação foi feita pelo PSD e acontece após nome do congressista ser o principal cotado para assumir o grupo com a eleição de Davi Alcolumbre (União Brasil) na presidência do Senado.

De volta à comissão, onde atuou em 2019 e 2020, o senador pretende reforçar a diplomacia parlamentar como ferramenta de desenvolvimento, com foco na Rota Bioceânica, na ampliação do comércio exterior e no crescimento de Mato Grosso do Sul.

Na CRE, Nelsinho Trad coloca o Brasil e o seu Estado, Mato Grosso do Sul, no centro das grandes decisões. “A diplomacia parlamentar deve trabalhar para quem produz, para quem gera empregos e para quem faz o Brasil crescer. A Rota Bioceânica vai sair do papel. Vamos transformá-la em realidade para que Mato Grosso do Sul se fortaleça e se  consolide no comércio global', conclui.

PSD na presidência da CCJ

Do partido de Nelsinho, o senador Otto Alencar (PSD-BA) foi eleito presidente do colegiado para o biênio 2025-2026.

Conforme a Agência Senado ainda não houve uma definição sobre a vice-presidência. O senador Jaques Wagner (PT-BA) dirigiu a eleição, que ocorreu por aclamação.

Otto já iniciou seu comando com alterações: agora as reuniões da CCJ serão às 9h, ao invés de 10h. Segundo ele, o novo horário será “para ganhar tempo', e ele se comprometeu a ser “o primeiro a chegar e o último a sair'. 

O novo presidente apontou que assegurará o tempo de fala dos senadores para aprimorar as discussões legislativas. Otto também afirmou que já está trabalhando para haver sintonia entre a CCJ e o Plenário.



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