• Terça, 28 de Abril de 2026

Após saída da Educação, Sérgio Gonçalves integra coordenação de Riedel

Ao Campo Grande News, ele afirma que atuará também na estratégia para o Senado

KAMILA ALCâNTARA / CAMPO GRANDE NEWS


Sérgio Luiz Gonçalves em entrevista ao Campo Grande News (Foto: Paulo Francis)

O ex-secretário-adjunto da Educação de Mato Grosso do Sul, Sérgio Luiz Gonçalves, confirmou ao Campo Grande News que deixou o cargo para integrar a coordenação da campanha de reeleição do governador Eduardo Riedel (PP). A saída foi oficializada nesta segunda-feira (27), meses antes do início formal do período eleitoral.

Na primeira fala após a exoneração, ele tratou de reduzir o peso do novo posto. Disse que não será o responsável pela coordenação geral e se definiu como “apenas uma engrenagem' dentro de um grupo maior. “Nós somos várias pessoas. Sou apenas uma engrenagem, talvez uma que apareça, mas apenas uma engrenagem', afirmou.

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Segundo ele, o convite partiu do grupo político com o qual já atua desde a gestão do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL). A função, agora, será ajudar a integrar governo e estratégia eleitoral, com foco na chapa majoritária, que inclui o governo e as candidaturas ao Senado.

Apesar da mudança de área, Sérgio Luiz afirmou que ainda não tem clareza sobre o papel que vai desempenhar no dia a dia. “Política é muito dinâmica. Pode ser que a gente faça viagens, pode ser que fique mais na coordenação', disse, ao admitir que tudo ainda está em definição.

Ele também comentou a substituição na Secretaria de Estado de Educação. De acordo com o ex-adjunto, quem assume é a atual superintendente da pasta, Mary Nilce Peixoto dos Santos. “É técnica, professora, pedagoga, extremamente competente. Vai continuar sem nenhum lapso de problemas ali para a educação', afirmou.

Ao justificar a decisão de deixar o cargo, Sérgio apostou no discurso de alinhamento político e defendeu o projeto de reeleição. Disse esperar uma campanha “com serenidade' e falou em “um novo jeito de fazer política', em sintonia com a gestão de Riedel.

A movimentação ocorre em um momento em que o governador já articula a permanência no cargo, enquanto o grupo político também prepara a disputa ao Senado, que tem como um dos nomes o próprio Azambuja.

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